quarta-feira, 2 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Não Posso da Silva Preguiça
O culpado se você não vencer na vida, aquele graças a quem a sua prosperidade não vem, é um conhecido criminoso cujo retrato falado é reproduzido abaixo, e que é hóspede parasitário em algumas Unidades. Seu nome é Não Posso da Silva Preguiça.
Ele tem pacto com a sua prima, a Crise*. É amigo dos seus inimigos e agente secreto dos seus concorrentes. Nosso Serviço de Inteligência aconselha a seguinte fórmula como remédio eficaz contra essa endemia:
Primeiramente, faça um caldo com uma dose generosa de qualidade, uma pitada de boa administração, alguns gramas de linda embalagem. Deixe fermentar. Depois adicione aos poucos: uma tonelada de trabalho sem esmorecimento; todos os dias uma colher das de chá detentar-de-novo, sem autopiedade; alguns litros de não-deixar-para-depois; muitas sementinhas de investimento e de divulgação. Tempere bem e adicione constantemente uns torrõezinhos de açúcar para a coisa toda não ficar sem graça. Evite fogo brando porque morno ele não dá liga. Mexa o tempo todo sem parar nem nos fins de semana. Se tirar férias, a mistura apodrece. Quando ficar dourado e você sentir o sabor do sucesso, tome um cálice desse coquetel diariamente. Se achar a mistura amarga, você não deve ter um negócio próprio, pois vai azedar. Nesse caso, jogue tudo fora e recomece como empregado – mas isso é uma outra fórmula. Se achar esta receita estimulante, prossiga: para você ela será a cura de todos os males.
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* Falsa identidade. A Crise usa nome suposto porque não tem coragem de assumir sua identidade verdadeira. Alguns dizem que ela se chama Derrotismo, outros dizem que é Alarmismo. Mas todos concordam com o nome de família que é Incompetência da Santa Acomodação.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Hilda Hilst

Enquanto faço o verso, tu decerto vives.
Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
E o poeta te diz: compra o teu tempo.
Contempla o teu viver que corre, escuta
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo.
Enquanto faço o verso, tu que não me lês
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala.
O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
"Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas".
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.
E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto.
Hilda Hilst
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A Rede Social

quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Beleza sustentável

BELEZA SUSTENTÁVEL, SEGUNDO DE ROSE
Esse conceito de beleza pode ser aprendido e incorporado na sua maneira de ser, atuar e influenciar o seu universo de atuação (cônjuge, familiares, amigos, colegas de trabalho, de faculdade ou de esporte, inclusive os desconhecidos com os quais cada um de nós cruza diariamente).
Trata-se de uma beleza interior que extrapola os limites internos e extravasa para o corpo, produzindo nele o reflexo exterior. Não se trata de um padrão estereotipado de beleza hollywoodiana e sim da beleza verdadeira, portanto, sustentável, aquela que pode ser mantida por anos ou décadas. Você, certamente, já passou pela experiência de se sentir a pessoa mais linda do mundo, arrebatadoramente bela, só por ter sido alvo de uma conquista, de um elogio proveniente da pessoa certa ou por ter tido o seu valor reconhecido. Ora, nenhuma dessas coisas constitui um fator físico e, no entanto, seus amigos e familiares notaram e comentaram que você estava exuberante. O que é isso, senão a felicidade e a auto-estima que faz desta pessoa um ente especial?
Dentro do conceito de desenvolvimento integral do ser humano que desenvolvi nestes cinquenta anos de profissão que comemoro em 2010, estruturei conceitos e técnicas que aprimoram a mente, o emocional, o corpo e todos os demais elementos que nos constituem. Com o objetivo de preservar a sua própria sustentabilidade, a importância da beleza interior é fundamental para a química que amalgama a beleza física, a beleza espiritual, a beleza financeira, a beleza emocional e qualquer outra.
A beleza mental é a reprogramação através da qual a pessoa gera arquétipos, ou moldes mentais, para quando as circunstâncias normais da vida ocorrer, como de fato ocorrem diariamente. Por vezes, é um tom de voz; outras vezes é uma fisionomia; e outras, é uma determinada palavra que pode desencadear um estado de hostilidade por parte do cônjuge, do amigo ou do colega de trabalho. Contudo, se você já possui o arquétipo ou molde mental sobre como administrar conflitos, você se converte em uma pessoa linda, que todos admirarão.
Hoje, as empresas podem trabalhar o conceito de beleza mental dentro da concepção geral de Beleza Sustentável, para que os seus funcionários tenham mais motivação e desempenho.
Precisamos reconhecer que o surgimento de uma hostilidade em uma relação afetiva pode deteriorar o afeto e comprometer o relacionamento, às vezes, definitivamente. Da mesma forma, um estado de hostilidade entre colegas de trabalho compromete seguramente o bom ambiente profissional e deteriora a produtividade. Pessoas felizes produzem mais e melhor. Pessoas felizes vivem mais e com melhor qualidade de vida, que constitui uma das especialidades do Método DeRose.
A mensagem mais importante para quem nunca se preocupou com a beleza mental é: todos os dias novas fornadas de concorrentes estão sendo lançadas no mercado de trabalho, assim como no “mercado”, se assim podemos dizer, da concorrência afetiva. É urgente que cada pessoa se preocupe com a sua atualização e auto-superação constante. Ao longo da minha vida observei que as mulheres que conseguiam tudo o que queriam – fosse no âmbito profissional, fosse no afetivo – não eram as esculturais. Eram as que possuíam beleza interior. Elas cativavam, conquistavam e seduziam pelo olhar, que expressa o que cada um tem de verdadeiro dentro de si.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Doce Poema de Casimiro de Abreu



